sábado, março 7, 2026
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Prisão domiciliar de Bolsonaro aproxima família e ameniza conflitos internos

Os dois meses de prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) têm servido, segundo interlocutores, para reconstruir laços dentro da família. A medida, determinada após sua condenação a 27 anos e três meses de prisão, reduziu as tensões e reaproximou membros historicamente afastados. O vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ), antes em rota de colisão com a madrasta, Michelle Bolsonaro, passou a frequentar a casa do pai com mais frequência e chegou a elogiá-la publicamente, reconhecendo o apoio que ela tem dado ao ex-presidente durante o período de reclusão.

Enquanto Carlos e Jair Renan intensificam visitas a Brasília, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) permanece afastado, vivendo nos Estados Unidos por temor do avanço das investigações do STF. Proibido de manter contato com o pai, Eduardo reforça seu vínculo com o irmão Carlos, com quem compartilha a defesa da candidatura de Bolsonaro em 2026 — mesmo diante da inelegibilidade. A convivência familiar, antes marcada por brigas e ofensas, parece ter encontrado um raro momento de trégua em meio à crise política e judicial que cerca o patriarca.

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