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Presente em homenagem aos campeões de 88, Ronaldo analisa carências no elenco atual: "Precisa corrigir a defesa"

O ex-goleiro Ronaldo, um dos ídolos presentes na homenagem do Bahia aos campeões brasileiros de 1988 na exposição Esquadrão Eterno, no Museu do Bahia, relembrou seus momentos de glória vestindo a camisa do tricolor.

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O ex-goleiro Ronaldo, um dos ídolos presentes na homenagem do Bahia aos campeões brasileiros de 1988 na exposição Esquadrão Eterno, no Museu do Bahia, relembrou seus momentos de glória vestindo a camisa do tricolor. Em entrevista ao Bahia Notícias, na última quinta-feira (29), Ronaldo falou sobre a história que fez no Esquadrão e se mostrou muito orgulhoso pela homenagem em vida que recebeu.

"Sem nenhuma soberba, eu faço parte da história do Bahia nos grandes momentos que já vivi, principalmente a partir do segundo título brasileiro. Antes disso a gente conquistou muitas coisas na Bahia. Eu comecei com 12 anos no Bahia em 1972 e saí em 1990. Foram 18 anos enquanto participava do hepta, do tetra, do tri e do bicampeonato brasileiro de 88. Isso só me faz ter orgulho, fico lisonjeado e homenageado em vida. Quando eles me ligaram prontamente aceitei porque a homenagem em vida nos reporta a um reconhecimento daquilo que você fez, então não adianta fazer homenagem depois da morte", ressaltou o ex-arqueiro.

"Eu agradeço muito ao Esporte Clube Bahia, na pessoa do presidente Emerson Ferretti, meu amigo, meu irmão e na pessoa da SAF que hoje conduz o futebol do Bahia. É uma homenagem muito justa, porque os ídolos não podem morrer e nós fazemos parte da história do Esporte Clube Bahia", concluiu

Questionado sobre o momento atual do Bahia e sobre as expectativas para a temporada do elenco, Ronaldo não escondeu as críticas e foi firme ao analisar o trabalho feito por Rogério Ceni.

"E acho que vai precisar corrigir a defesa, que foi o grande calo no ano passado na primeira divisão. O Bahia quase quase cai dependendo da última rodada e não precisava daquilo, o time sofreu muitos gols e não precisava daquilo. O Bahia se tornou um time aguerrido principalmente quando o Rogério assumiu, mas as falhas individuais na defesa do Bahia não podem ser escondidas. Não podemos passar isso para o torcedor, que sabe das carências defensivas que o Bahia tem e o Rogério, mais do que ninguém sabe porque, pois ele foi um dos ícones como goleiro na história do futebol mundial, ele sabe que ali tem problemas", criticou o ex-goleiro.

"Ontem quase o Bahia sofreu um ou dois gols por falta de condição técnica, não vou dar nomes aqui porque eu respeito muito o profissional do futebol, mas tem jogadores na defesa do Bahia que não podem vestir a camisa do Esporte Clube Bahia", finalizou.

A exposição do Bahia ficará montada no museu até o final de junho segue aberta para o torcedor tricolor, seguindo o horário de funcionamento

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